Poema é arte literária, portanto é cultura!
O que a vida me dar de bom eu absorvo, o que ela me dar de ruim, eu deleto. A vida nos dar oportunidades, resta-nos aproveitá-las. Os bons exemplos que ela nos proporciona, são para serem seguidos. Vivê-la com sapiência, é um dom. Vive-a bem, quem tem a paciência de pensá-la.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Sou quilombola
Sou Quilombola
Autor: Roberto Jorge A. Cerqueira
Sou Quilombola urbano
Que traz na pele
E nas cores dos panos
A resistência ao secular sistema escravista
Assim como às formas
De discriminações contemporâneas
Sou Quilombola
Da vida suburbana
Que traz na memória
As lembranças do tempo da cana...
Mas que agora luta
Com todas as forças
Para obter liberdade soberana
Sou Quilombola
Que não nego a descendência
Da estirpe de Zumbi
Minha Negra Consciência
Sou Quilombola
Com certeza
Que busca a todo instante
A legitimidade da Consciência Negra
Autor: Roberto Jorge A. Cerqueira
Sou Quilombola urbano
Que traz na pele
E nas cores dos panos
A resistência ao secular sistema escravista
Assim como às formas
De discriminações contemporâneas
Sou Quilombola
Da vida suburbana
Que traz na memória
As lembranças do tempo da cana...
Mas que agora luta
Com todas as forças
Para obter liberdade soberana
Sou Quilombola
Que não nego a descendência
Da estirpe de Zumbi
Minha Negra Consciência
Sou Quilombola
Com certeza
Que busca a todo instante
A legitimidade da Consciência Negra
Eu queria fazer um poema...
Eu queria fazer um poema...
Eu queria fazer um poema
que não falasse de nada
Eu queria fazer um poema
com as palavras desencontradas
Eu queria fazer um poema
que não tivesse ritmo, nem harmonia
Eu queria fazer um poema
que não tivesse poesia
Eu queria fazer um poema
que não tivesse nenhum nexo
Eu queria fazer um poema
que o sentido fosse desconexo
Eu queria fazer um poema
que não tivesse versos
Eu queria fazer um poema
que o eu lírico não falasse
que ficasse inerte, incomunicável
que se calasse...
Ah, como eu queria fazer um poema!
Roberto Jorge Alves Cerqueira
Eu queria fazer um poema
que não falasse de nada
Eu queria fazer um poema
com as palavras desencontradas
Eu queria fazer um poema
que não tivesse ritmo, nem harmonia
Eu queria fazer um poema
que não tivesse poesia
Eu queria fazer um poema
que não tivesse nenhum nexo
Eu queria fazer um poema
que o sentido fosse desconexo
Eu queria fazer um poema
que não tivesse versos
Eu queria fazer um poema
que o eu lírico não falasse
que ficasse inerte, incomunicável
que se calasse...
Ah, como eu queria fazer um poema!
Roberto Jorge Alves Cerqueira
A pedra
A pedra...
Foi ela mesma, que estava
No meio do meu caminho,
Fazendo-me parar!
Como quizesse me dizer:
-- Pare! É chegado o momento de refletir,
por isso, estou aqui no meio do teu caminho;
não só para que reflitas, mas para que auto-reflitas a sua vida.
Não achas que andaste muito sem direção, sem um norte?
Então!? Aqui estou eu, no meio do teu caminho;
Para que revejas os teus objetivos,
Para que reavalies os teus conceitos,
E depois, possas caminhar seguro, determinado.
Não esqueças, sempre que o encontrar sem rumo,
Eu interceptarei o teu caminho...
Pois, eu sou a pedra!
Roberto Jorge A. Cerqueira
Foi ela mesma, que estava
No meio do meu caminho,
Fazendo-me parar!
Como quizesse me dizer:
-- Pare! É chegado o momento de refletir,
por isso, estou aqui no meio do teu caminho;
não só para que reflitas, mas para que auto-reflitas a sua vida.
Não achas que andaste muito sem direção, sem um norte?
Então!? Aqui estou eu, no meio do teu caminho;
Para que revejas os teus objetivos,
Para que reavalies os teus conceitos,
E depois, possas caminhar seguro, determinado.
Não esqueças, sempre que o encontrar sem rumo,
Eu interceptarei o teu caminho...
Pois, eu sou a pedra!
Roberto Jorge A. Cerqueira
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